Que a brisa leve e ligeira alise meu corpo e refresque os sabores, criar em mim aquele que não sou eu, mas outro, que mesmo que seja outro, que saiba amar, que seu castelo não seja de cartas vans mas infinitos esplendores, que todo o universo venha nele tocar, que nunca reste duvida de coisa alguma, nesta brisa em que deslizo, nesta madrugada amena preparando a chegada dele, o sol, que colorirá os olhos de todos para os que querem ver de verdade a harmonia de raios brilhantes de todas as cores.
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Um terço da curva não contém toda a curva. O homem caminha para o vazio das coisas. É lá onde se integra ao costumamos chamar de tudo, ou a soma de todos vazios. Este é o caminho dos homens sobre a terra. Outras alternativas estão definitivamente descartadas. Entre a distância do inicio ao fim, e onde tudo sensorialmente existe, até a felicidade, quem dera, a poesia a arte, a literatura que tenta fixar um ponto entre as distâncias e esta com a música que sinaliza a progressão do homem do todo que obviamente é o vazio de tudo. heliosousa 11//8/2021